Engraçado né

Sempre assim.
Maldito seja o cabo de guerra da vida. Engraçado né. A pessoa baixa a guarda e mostra o ponto fraco aí a outra sobe em cima e sapateia.
Maldito seja. Sempre foi.
E aí você, besta refém da doce Balinha que te adoça a boca e te esfrega na cara na primeira oportunidade, pra não confiar em ninguém.
Ingenuidade Carolina. A sua, sempre foi esse o seu maior defeito. Conhecer a pessoa em 3 meses e confiar de peito aberto o corpo, os beijos e o coração. Dividir seus medos e anseios e achar que a pessoa consegue passar você na frente quando estiver fragilizada. Pois você ta fragilizada. E o que fazem é descer a paulada com você estirada no chão.
Doi né.

Não foi a primeira vez. Não foi a primeira, não foi da pessoa mais inesperada do mundo, não destruiu a sua estrutura de apoio.
Você apenas se enganou. De novo. Pela boca e a confiança.

É uma pena isso.

Sempre assim. O maldito cabo de guerra da vida.
Um se apoia no outro até que surge a oportunidade e lhe devolve uma esbofeteada na cara. No meio da porra da cara.
E você lá, de olhinhos brilhando com o coração apertado e um sorriso bobo no rosto: “poxa, me ama. Olha eu aqui sorridente e feliz, cheia de amor pra dar. Me ama.”

Merda de necessidade de hippie do caraio de se sentir amada e amar, e cuidar e fazer isso de peito aberto pra que?
Pra confiar nas pessoas e o que? Vasculhar na porra das suas coisas os motivos pra te jogar na a que você mentiu e quis a todo custo esconder.
Confrontada a verdade, não da mais pra fingir que não se sabe não é mesmo?
Fato pra mim, pra você. Pra todos nos.
E vamos ser sinceros.
A porra do respeito acaba por aí.

Acabou já.

Se da o valor, se de o respeito. Se repete isso até essa merda toda entrar na porra da sua cabeça.
VOCÊ MERECE TUDO. AMOR CUIDADO E SENTIMENTO GENEROSO E GENUÍNO.
Merece o mundo e confiança.
Merece.

E vai ter.
Do contrário, calma. Respira.
Seu descanso é mais a frente

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Por vezes me pego pensando. Me pego sentindo. Me vejo sorrindo. Me encontro feliz. Uma alegria morna confortável, que aquece por dentro o peito. Uma felicidade tranquila. Daquelas que são tão difíceis de conseguir. Intensidade demais é efêmera, e essas também eu tenho. Mas passam rápido. O que fica é essa tranquilidadezinha feliz, que enche o peito e abraça o corpo todo.
Que delicia é abraçar. E encontrar com tanta facilidade esse lugarzinho lindo que fica debaixo dos seus braços e no peito seu. Meu. Meu lugar.
Descrevo com detalhes sensações e sentimentos, o lugar exato onde se encontram justamente porque eu já os conheço tão bem. Tão bem. Se fecho os olhos, já sinto o toque do seu peito sob o meu rosto, seu cheiro, meu cheiro, o som da respiração que me nina, e o calor do seu corpo que para mim é tão confortável. Durmo tranquila do seu lado. Me sinto segura na sua presença. Fico feliz por tantos motivos.

Engraçado isso né. Curioso.
Tão pouco tempo, e por coisas que você fez, já é o dono de todas as coisas minhas, que agora são suas também. Por direito conquistado. Por ter vindo e tomado. Porque sempre foi seu e ninguém sabia. E como haveria de saber.
Quem haveria de imaginar um dia assim. Isso assim. Tão assim.
Ninguém afirmo. Nem você, menos eu.

E no meio de tanto caos, finalmente encontro a tal da segurança fora de mim que eu pensava não existir. Em meio a tanta coisa, tantos lugares, tanto mundo, tanta gente e você aí, com essa naturalidade de quem já viveu tantas outras vidas, me abaixa todas as guardas e por esse momento então já não quero mais nada. Me rendo enfim.

Por vezes me pego admirando tanta sintonia. E atenção e zelo. São detalhes, que pra mim não são detalhes. E vejo todos eles, refletidos em uma atençãozinha linda, segundos que você perde pra me mostrar os meus detalhes.. E me rendo enfim.

To feliz.

Da vida não quero nada. Quero o mundo, quero o amor, a apreciação, a simplicidade, boa comida, conforto na alegria, riso dividido, e amor. Na essência do que significa.

E do nada vem isso. Inconstância. Dupla. Multiplicada. Aliás..
Multiplicada não. Elevada a raiz quadrada da inconstância.

Divide comigo minhas partes boas.. Não as minhas neuras. E eu enxergo com tanta nitidez cada uma delas refletidas nessa sua cara peluda. Tanta nitidez que eu vejo detalhes. As delimitações. O impulso delas quando vem em você. E a batalha interna, a decisão fraca de tentar me mostrar que em você quem manda é você. Amor meu, seja sincero. Não é.
Cada tentativa manca de provar isso reforça. E bem como já disse a pouco, eu vejo isso com tanta nitidez.

O que sobra é o retrato falado da ausência da confiança que tem. Auto confiança, confiança em mim. Medo? Eu não sei. Não sei dizer. Talvez um, talvez todos. Talvez seja tudo isso e mais um pouco somados ao fato que você enxerga que eu lido com isso melhor que você.
A não ser quando me desarma.
E para uma pessoa que não gosta de se expor, eu sei bem mudar o foco da situação.
Vai ser eu quando eu quiser.
Não vai ser eu quando eu não quiser.
E deus queira que não me afronte. Já sabe. O conflito ta bem aí, dançando na sua cara quando isso acontece.

Então facilita. Não afronta.
Me deixa fluir.

O legal nisso tudo é que.. Antes, minha estrugle era presença. Agora é presença demais. Demais. Demais que ta dentro da minha cabeça e dentro da sua.. Que a porra toda ferrada é a mesma.

A diferença é a sutileza da experiência, e a violência da auto afirmação fraca.
Muita força desprendida para afirmar. A afirmação não pra mim.
Vejo isso nitidamente. Com tanta nitidez que enxergo os detalhes. A delimitação. A porra da íris contraindo.. Huahuahua

Quem é que sabe?

Acho bonito isso. Bonito não.. Não é hora para ironias Carolina. Bonito não.. Acho no mínimo curioso. Reconheço em você, assim tão bem quanto reconhece em mim. Esse cabinho de guerra. Esse resquíciozinho dessa besteira enorme de puxar a coisa toda pro próprio lado e essa auto afirmação pro outro (bizarro) de mostrar. “Ei. Quem manda aqui sou eu. E vamos ver quem cede primeiro..” Como quem se entedia facilmente com um brinquedo bobo, eu quase sempre cedo primeiro. Claro, não tenho motivos pra sustentar isso por muito tempo. Mas fico satisfeita por hora em observar até onde isso vai. E que você não vai. Por mim, não sei. Também. Mais parece que quer participar da mesma bombeira que eu. “Vamo ver quem cede primeiro.”

Bobeira né?
Pois é. Todo dia uma encenação assim.

Minha parcela nisso tudo é que eu sou teimosa. E por isso talvez que dure. Porque eu sou teimosa? Porque eu sou teimosa.

(Source: sugarr-lace)

girlwithapen:

NEED THIS.

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NHOOOOOOOOOMMMMMMMMMMMMMMM

(Source: nicol93rih)

(Source: rachel-berry)

(Source: reddit.com, via typical)


Fennec Fox mother and child.

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(Source: pinterest.com, via letitcome--letitbe)

"Porque apesar da sua cara de brabo, você é tão fácil, tão leve, tão solto, tão tudo que eu sempre quis quando me agrarra pelo braço, me pega pelos quadris, mastiga todo meu corpo e cospe fora somente minhas mentiras, carências e toxinas."
Gabito Nunes

Bizarro.
Ando questionando tudo nessa vida.
No fundo eu sou previsível. Já sabia que sou assim.
Eu não sou do mundo não quero duvidar a vida. Eu quero raízes. É tanta inconstância assim!?
É tanta inconstância assim?
É tanta inconstância assim…

É.

Te odeio de manhã cedo. Odeio o quanto mexe comigo. Odeio que eu pêrca a esportiva em 30 segundos. Odeio que consiga controlar o meu humor. Que tenha influência nisso. Odeio que não sou mais minha.
Mas assumo que eu gosto mesmo de você.
Odeio isso.

Odeio essa necessidade de auto afirmação. Que conhece o mundo feio, despido sem pudor. Me faço não conhecer. Eu sei.

Odeio essa ingenuidade boba na minha cara escancarada pra quem quiser ver. Reconheço traços dela em você. Analiso situações sobre um ponto de vista microscópico porque posso. Não queria sabe. Juro que eu não queria.
Resquícios de sobreviventes. Restos daquela menina que teve que resistir ao caos. Ao mundo. Feio e despido. Sujo que é.
Eu não quero mais assim.

Então me visto de fantasia. A ilusão da alegria que veio a esse mundo de passagem. Que se deslumbra com o ar o céu e as estrelas. Da ingenuidade em um corpo voluptuoso. Do rosto que controla em um olhar. Do lobo vestido de cordeiro. Nunca fui.

Por um lapso de momento queria ser. Juro mesmo que queria ser. Minha inocência foi tomada de mim quando eu vi que o mundo adulto era um jogo de disputas de poder. Vi a vida sendo feita com jogadas erradas baseadas em egoísmo. Juro que eu não queria ver. Como não ver. Uma vez que isso foi escancarado na minha cara, incomodando feito sal na ferida, e sempre sempre havia alguma situação que esfregava a dor de novo pra não deixar cicatrizar.
Hoje mulher feita me vejo voltando a situação que eu não vivi. Me faço ingênua. O lobo na pele do cordeiro. Mas eu nunca fui. Como poderia ser. Havia de sobreviver não havia?

Hoje eu vejo a coisa toda caminhando solta no vento de novo.
Mas aí. Veja bem. Veja bem Carolina.
Não era justamente isso que você queria?

Pois é. To aqui.
Peito aberto braços estendidos. Sem armadura, sem tela de proteção. Pronta pra pular de cabeça no penhasco frente a porra toda da batalha da vida em uma escolha que você mesma fez.
Por mais que queira se negar você fez. Sabe muito bem aonde ta se metendo. Sabe melhor que ninguém o que ta fazendo. Qual o preço se for um erro. Qual a consequência dessa ingenuidade. Essa mesmo, aí pintada de rosa na sua cara. Dançando é balançando os braços. Bem essa aí. Que não existe. Nunca existiu.

E isso reflete bem o quão fodida é essa sua cabeça e essa porra toda.

Honestidade com inconstância. E fala tudo pra você mesma na sua cara como só você aceitaria você fazer. Ninguém fala assim comigo. Só você.

Pelo menos não pode se enganar futuramente que não sabe.

Madrugada fria. Na varanda. Segunda pra terça. Pensa.
Ciúme besta. E você aí refletindo a morte da bezerra.
Com o terceiro cigarro na mão.
Fazendo o que faz melhor. Se confundindo. Ou não.

As vezes acho que eu metabólizo demais a vida.
Tanta gente vive aí. Um pé após o outro.. Seguindo a intuição e você aí. Nessa neura de controle da própria vida que você não controla porra nenhuma.

Veja bem de onde veio e aonde foi parar.